A melhor forma de lidar com as emoções, de entender como elas nascem, é se perguntando quando isso começou, não é verdade? Começou quando descobri que tinha que me manter calada para não tirar a “PAZ” dos outros.
Em Negritude Visceral, a autora revela, em uma linguagem simples, fácil e objetiva, tudo o que você precisa saber sobre como uma mulher pode se reinventar a partir de fatos marcantes de sua trajetória, mas que nunca teria coragem de falar para ninguém, por medo do que os outros pensariam a seu respeito. Ela continua procurando descobrir, por tentativa e erro, como se encaixar em um mundo que ela teria que construir.
Aqui são abordadas várias facetas femininas, desde a desconstrução da imagem da mulher negra forte, guerreira, que aguenta tudo, até a mulher de hoje, que aceita sua imperfeição, vulnerabilidade e deseja construir uma relação mais saudável consigo mesma. Passando pelo caminho da aceitação do cabelo crespo, a identificação com as velhas anciãs, percorrendo os caminh