Em maio de 2021, o produtor, palestrante e montanhista Gustavo Ziller alcançou o cume do Monte Everest, passando a integrar o seleto grupo de brasileiros que conquistaram o topo do mundo. Este, no entanto, não é apenas um livro de viagem: é um convite para uma travessia vertiginosa que se estende da Zona da Morte do Himalaia à complexa topografia das emoções humanas.
Sob o olhar atento de Ziller, a privação de oxigênio, os delírios provocados pela altitude e o risco iminente de morte se transformam em um espelho para as questões mais profundas da vida. Seu relato é resultado de uma jornada de cerca de dez anos, iniciada após o diagnóstico de burnout e depressão e culminada em uma escrita visceral em meio a uma crise pessoal. Ziller utiliza a escalada do Everest como uma poderosa metáfora para o cotidiano, na qual cada passo rumo ao pico se torna uma reflexão sobre vulnerabilidade e propósito.
O que senti no topo do mundo
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